Principais Parcerias Tecnológicas
Instituto de Informática
A GeRAP, sendo a detentora dos processos de negócio para os serviços partilhados na AP, tem no Instituto de Informática (II) do MFAP o seu parceiro tecnológico estratégico. Nesta parceria, compete ao II a responsabilidade pela implementação, manutenção, evolução e exploração das tecnologias que servem de suporte à GeRAP, nomeadamente:
- Software único partilhado por todos;
- Servidores centralizados e escaláveis;
- Acesso via Web Browser;
- Parametrização de base comum a todos os serviços;
- Os interfaces normalizados;
- Garantia de actualização permanente de software;
- Disponibilidade;
- Mecanismos seguros de autenticação, confidencialidade e integridade dos dados.
Compete ainda por parte do II, na referida parceria estratégica, a concepção e desenvolvimento de soluções técnicas, implementação e gestão das infra-estruturas e dos processos tecnológicos, operacionalização das estruturas da gestão de acessos e permissões, manutenção e evolução dos sistemas.
Nesta parceria compete, por parte da GeRAP: a concepção e desenvolvimento dos modelos de negócio e funcionais; a gestão estratégica, e controlo dos projectos; a definição e atribuição de acessos e permissões; a gestão funcional dos sistemas.
A partilhar na parceria pelos dois órgãos, compete: o desenho e gestão de arquitecturas; o desenvolvimento, parametrização e respectivos testes das aplicações de negócio; disseminação dos serviços e sistemas.
Centros de Inovação, Desenvolvimento e Demonstração (CIDD)
Assente no conceito da modernização e desenvolvimento tecnológico de Portugal, constituindo parte da alavanca da mudança da sociedade portuguesa e consequentemente a Administração Pública (AP), a GeRAP elaborou com a Microsoft e com a SAP protocolos de cooperação em que se constituíram os Centros de Inovação, Desenvolvimento e Demonstração (CIDD).
Os Centros protocolados irão contribuir decisivamente, através de processos de investigação orientados meticulosamente, para:
- A melhoria dos níveis de qualidade de serviço;
- Mais e melhor integração de processos e sistemas (interoperabilidade);
- Maior facilidade na utilização dos sistemas e serviços onde se inclui a independência do local físico da plataforma;
- Maior transparência na gestão;
- Maior eficácia na gestão dos recursos;
- Métricas mais eficientes;
- Normalização de processos segundo as melhores práticas.
